sexta-feira, 7 de junho de 2013

Relato Sobre Junho e Festa Junina...

HAHAHAHA, te peguei...
Não vou falar sobre Festa Junina!!!
...
Oiii minha gente.
Eu tinha pensado em aderir este negócio de fazer um resumão do mês anterior e prometer coisas para o mês que se inicia, logo no início de cada novo mês (dã!)...Mas...
Protelei.
Cá estou...7 dias à frente.
No worries.
Ainda tenho mais uns 23 pra falar o que bem entender.
Devo dizer que, o mês de maio foi bem melhor do que esperava, e apareceram tantas possibilidades e oportunidades boas, que não pude deixar de celebrar e coisa e tal!
Então, as oportunidades surgiram em maio, e as coisas se concretizarão em junho e daí por diante, logo, todo dia a partir de ontem, é um suspense!
Mas, um suspense diferente daquele comum. Porque o suspense comum, basicamente é o minuto seguinte, que a gente nunca sabe realmente o que pode acontecer. (a não ser que a pipoca esteja no microondas, aí então, dois minutos e meio depois...)
Junho é o mês da festa junina, o que para mim significa absolutamente NADA (apesar que a gente encontra paçoca mais facilmente nos mercados da vida).
Junho é um mês estranho, nada muito "YAY" e ""IUPI",  e ainda temos de lembrar da ausência PREOCUPANTE de feriados.
Oh God!
Mesmo que este sexto mês seja esta coisa com cara de picolé de chuchu, ainda consigo me empolgar, porque posso definir e cumprir coisas novas...Posso estabelecer períodos... Nem que seja pra me lembrar depois, e dizer que tentei, e foi bom...Ou ruim.
E pensa comigo, se até agora o ano já voou Red Bull style...
Camaradas...Agora já era, 2014 já está aí e a gente nem viu. Até porque, o ser humano tem essa mania besta de sofrer por antecipação...
(...)
A displicência do mês de abril que ficou à ser resolvida em maio, ainda conseguiu deixar vestígios, então continuarei a combatê-la, porque isto nunca é demais!


Pois bem, resoluções para JUNHO:

  • Decidi dar um jeito definitivo em minhas finanças. (como é possível uma pessoa tão pobre, e com tão poucas posses, ter tantas dívidas? pergunte-me.)
  • Decidi me dedicar a estudar mais sobre as coisas me interessam, relacionadas a minha área e/ou não.
  • Retomei o hábito das palavras cruzadas. (e dos gibis, e das revistas...os livros ainda estão ali...meio que sem vez.)
  • Decidi me cuidar mais, porque afinal...Afinal, preciso e pronto. O cabelo pede, a unha pede, a pele pede... (e as pessoas ao redor só não imploram, por educação, hahahha)
  • Decidi DIMINUIR meu tempo no Facebook, ou pelo menos o número de publicações inúteis, (estou sendo incrivelmente mal-sucedida!)
  • Decidi que serei mais gentil...Porque de gente bruta o mundo tá bombando!
  • Decidi me apegar a pessoas educadas e caridosas. Porque quero crescer como cidadã exemplar, e convenhamos, gente que não pede licença, não diz obrigado, e coisa e tal, raramente obtém e/ou merece minha atenção. Não que eu pague com a mesma moeda, mas tem coisa mais insuportável do que das ibope pra gente que adora distribuir abraços coices?
  • Decidi explorar coisas novas, e baratas. Tipo, um sorvete de graviola. Hahahaha. Nada muito desafiador, por enquanto...
Decidi principalmente, que vou parar de compartilhar minhas vontades e desvontades (mais profundas e significantes!) com qualquer indivíduo, tem gente que nasceu pra "te atrasar", e quanto mais empolgado você estiver, mais desanimador o outro será...Então, digo: LONGE DE MIM! Sigo em frente, e vou bem feliz, muito obrigada.

Então é isso aí...
Todo mês é mês de novas oportunidades, se eu QUISER APROVEITÁ-LAS.
Porque se eu decidir que olharei enquanto outros fazem, acontecem e conquistam, é melhor torcer pra que aquele meu vídeo tosco do Youtube faça sucesso...(ele não existe, quis dizer assim, uma situação hipotética!)
Senão meu amigo...
Senão.

Feliz Junho, pra você! (o frio tá chegando com mais vontade...Yes!!!)
Bring it on!

Beijos,
Thatá.




quarta-feira, 29 de maio de 2013

Relato (resmungão) Realista

Eu reclamo do socialismo. (de maneira leiga e rasa.)
Reclamo do capitalismo, costumava reclamar mais, mas aí conforme o tempo passa, você percebe que...Você é parte dele, dependente e contribuinte. Então... Deixei pra lá.
Reclamo do mercado de trabalho, reclamo das exigências excessivas.
Reclamo do dinheiro que a gente ganha, um dinheiro tão estranho que nem sempre cobre todas as contas, aquelas que a gente faz, ou não.
Reclamo da lerdeza do sistema em solucionar problemas sérios, e reclamo da rapidez com que algumas coisas são, na maioria das vezes, malfeitas.
Reclamo da velocidade de alguns relacionamentos, reclamo da demonstração exagerada de amores nem sempre existentes.
Reclamo das críticas que faço, reclamo das críticas que recebo.
Reclamo de elogios e reclamo da falta deles em alguns aspectos.
Reclamo do tempo.
Reclamo da tendência que tenho de reclamar.
Reclamo muito, e não significa que desacredito na sociedade, no ser humano, no mundo, ou em mim!
Ultimamente eu só acho, que as coisas não são obrigadas a darem certo e funcionarem sem erros. O que não me impede de reclamar, de me impor...Muito pelo contrário.
Eu já fui mais otimista. Tipo, bem mais!
Mas sabe o que penso?
Que ser otimista demais, às vezes te atrasa.
É ...
Passei a observar que, algumas pessoas transbordam otimismo, por pura preguiça de mudar!
"Ah, tudo vai dar certo." (enquanto eu sento aqui e observo.)
"Ah, não preciso mudar de emprego agora, vai que recebo uma promoção." (isso depois de vários anos trabalhados, sem que tal acontecesse.)
"Ah, não preciso estudar pra esta prova, acredito que estará muito fácil." (já fiz muito isso, já me prejudiquei na mesma proporção.)
http://blogs.odiario.com/wilteixeira/2010/06/page/2/

Otimistas demais, torcem sempre pelo melhor resultado, o mais bonito, o mais cheiroso o menos trabalhoso e muitas vezes não se empenham em contribuir para que realmente dê certo.
Gente otimista demais, é aquele tipo que acredita apenas em sua inteligência e dá uma folguinha para o esforço...
Gente otimista demais, espera que sua situação financeira se resolva em dias, quando ele nem sequer procurou obter outra fonte de renda.
Gente otimista demais, defende a inatividade e inoperância das coisas em geral. (radical! =P)
Por isso abri mão do otimismo exacerbado.
Observe, vou até repetir:
Abri mão do otimismo EXACERBADO. (e apenas deste.)
Não sei se o otimismo se vai, conforme a gente "adultece"...Mas, conforme nossas prioridades mudam, tudo o que nos resta é sermos REALISTAS!
E um realista pode ser otimista, mas na medida. Cada um com seu papel. E influência.
Não adianta "torcer" pra que uma doença seja curada, sem se dedicar ao tratamento, não adianta "torcer"  pra tirar dez na prova, se você não estudou, não adianta "torcer" pra mudar de emprego, se você nem sequer enviou um currículo, ou atualizou-o.
Não significa que você não pode ter fé, até porque, não há fé que resista a falta de sabedoria.
E fé, envolve sacrifícios. Esforços. Evolução.
É isso.
Sou à favor de finais felizes, sou a favor de resultados satisfatórios, sou à favor de quem acredita, mas acredita enquanto faz.
Não sou pessimista porque reclamo, mas sou realista ao reclamar e tentar mudar aquilo que me incomoda, sou realista ao acreditar piamente no sucesso das coisas, desde que ALGO seja feito.

Posterguei muitas coisas na vida, por conta do ato de "desejar com muita força".
Faz parte. Óbvio.
Ser realista não significa apenas ser carrancudo e resmungão, ser realista é abdicar da fantasia, pra encarar a vida de frente, sem fugir do primeiro dilema, porque a "vida não precisa ser tão difícil" (tsc, tsc...)
Não significa que não acredito na mudança do mundo, ou não acredito em gente que conseguiu sem muito esforço, eu acredito. Não sou ignorante a este ponto.
Não significa também, que eu não tenha ideais. OPA, eu tenho muuuuuuuuitos!
Talvez eu ainda não possa dizer que SOU REALISTA.
Porque ainda falta muito.
E com certeza, devem existir mas de um quaquilhão de explicações psicoterapêuticas/ psicológicas/psiquiátricas/ antropológicas, pra tudo isso que tão pobremente resumi.
Mas decidi de uns tempos pra cá, dar as mãos ao bom senso, e abraçar fortemente o equilíbrio das coisas.
Sigo acreditando. Tendo fé no que tenho. Em Quem tenho.
Entretanto, não quero dar adeus à prudência.

Mas o mundo não é Nárnia, a vida não é MOVIDA a pensamentos positivos.
A vida é MOVIDA apenas se você movê-la, entendeu?
Partirei daí.
Ponto.

ps: opinião pessoal e intransferível.

Beijos realistas.
Thatá.




quarta-feira, 22 de maio de 2013

Relato Sobre Abraços e/ ou a falta deles

Dia 22 de maio, é o dia do abraço.
Eu não sabia.
E honestamente, dou pouquíssima importância a este fato. (primeira indicação de insensibilidade! * neste post.)
Tanto é que, é bem provável que no ano passado com certeza nem reparei.
Entretanto, de tanto observar os posts alheios nas redes sociais, decidi "entrar no clima", não é sempre que me deixo influenciar, e uma vez ou outra acho que não tem problema, né?
De repente tem. Mas agora já foi!
Acho que abraços são importantes. Simples assim.
E também acho que alguns abraços são dispensáveis.
Mas abraços têm de ser espontâneos. Apertados.
De preferência recebido de alguém cheiroso.
Verdade seja dita, eu dispenso a maioria. Porque em minha opinião, não há necessidade de abraços sem afeto.
Não há necessidade de abraços frouxos, e não há necessidade de abraços com desculpas mal-ditas.
Gostoso mesmo é abraço de saudade...
Abraço de amizade...
Ou até um abraço de um desconhecido. Que transmita uma porção de sensações agradáveis.
E sim, por clichê que seja, acredito que um abraço bem dado, faz toda a diferença!

E nesta onda de "abraço pra cá" e "abraço pra lá", um pensamento aflorou-se com muita vontade, em minha mente!
Acho que não tenho abraçado o suficiente, e não tenho me deixado abraçar suficientemente. (eis aí a origem do amargor, alguém diria!)
Gostaria que não precisasse de um ou dois dias, pra me lembrar a importância de uma demonstração de afeto.
Ou a necessidade de um pouquinho de "mimimi" (sorry, fui insensível de novo!)...
Porque "mimimi" é requerido no convívio social. E eu me sinto meio por fora, principalmente por chamar atos tão importantes quanto "demonstrar o sentimento" e "declarar as emoções", de mimimi!

Então, você, caro camarada, amigo (a), conhecido e afins...
Não quero que você receba um abraço virtual, quero que você me cobre.
Cobre de mim demonstração de carinho, demonstração de amizade, cobre de mim mais gratidão e receptividade, cobre de mim preocupação e cobre de mim um aperto de mão, vez ou outra...
Cobre-me UM ABRAÇO!
Porque as vezes eu esqueço de ser sensível, e às vezes eu mando a sensibilidade ficar na dela "porque não é hora".
Porque também me considero uma "obra em construção" e algumas partes ainda não foram encaixadas.
Porque as vezes, eu simplesmente não quero, e isto é bem insensível!
I'm getting there!


O dia me fez pensar, que não quero desprezar quem me é querido, e não quero desprezar a oportunidade de ter outras pessoas queridas no decorrer da minha vida, porque fui deveras insípida, apática...
Preciso aprender a demonstrar na medida.
Porque sentimentos bom eu tenho, mas só preciso que alguém me lembre!
Por isso se você pode, abrace mesmo, demonstre mesmo, e seja feliz!

Grata pela ajuda.
Um abraço! (ops...cobre-me este abraço!)


*ps: não cobre taaaanto assim, porque senão a gente vai brigar! hahaha!

Thatá.